A história por trás do vestido de madrinha

Assim como diferentes cerimônias e costumes, o ato comum de convidar pessoas para apadrinhar um casamento é cheio de história. Hoje, quando uma mulher chama uma amiga ou parente para tal feito, as preocupações giram em torno principalmente do papel que essa pessoa tem na vida dos noivos, do presente, e, claro, do vestido de madrinha, que precisa combinar com as vontades da noiva.

Porém, este ato também possui muita história e, por mais simples que possa parecer nos dias de hoje, conhecer sua origem pode transformar o significando do apadrinhamento, tornando-o mais especial. Pensando nisso, nós separamos aqui um conjunto de informações que ajuda a entender a importância do vestido de madrinha, que está intimamente ligada com a origem dos próprios padrinhos.

A origem dos padrinhos e madrinhas no casamento

Não há um consenso a respeito da primeira aparição dessas figuras, porém, é de comum acordo que o papel de ambos era ajudar os noivos. Quando os povos ainda contavam com divisões em tribos, era um costume ter ao lado do casal diferentes guardiões para a proteção da noiva, quando o marido não estivesse por perto.

Esta função protetora exigia uma grande confiança por parte do noivo, já que deixava não apenas a proteção, mas a própria vida na noiva sob supervisão desses padrinhos. Nesta época, não há uma precisão acerca do papel da madrinha, mas há registros que indicam as madrinhas como as mulheres que também ajudariam o casal com o que fosse necessário naquela comunidade.

Com o tempo, já na idade média, é possível encontrar mais detalhes acerca da cerimônia do casamento e suas simbologias. Uma delas, por exemplo, está relacionada à própria escolha das posições em que os noivos ficam quando sobem no altar. No caso, era o noivo quem ficava do lado direito, enquanto a noiva, consequentemente, se mantinha ao seu lado esquerdo.

Essa posição se dava para que o noivo possuísse mais liberdade para movimentação, principalmente com relação à sua espada. E você pergunta: “Nossa, o que tem a ver o casamento com a espada?”. Pois bem, naquela época, caso alguém se opusesse ao casamento entre os dois e tentasse roubar a noiva, era comum que o noivo brandisse sua espada e tentasse defender seu casamento através do desafio ou luta entre espadas, sendo ou não uma questão de vida ou morte – variando de acordo com as práticas e costumes de cada povoado.

Essa condição mudou quando surge a figura dos padrinhos. Segundo a tradição, já com essas pessoas, o casal de noivos não precisa se preocupar com oposições ou quaisquer tentativas de roubo da noiva, pois um cavaleiro ou espadachim de confiança ficava ao lado da noiva, protegendo o casal. Ao mesmo tempo, uma dama, de total confiança da noiva, também a acompanha auxiliando suas movimentações, garantindo que seu vestido esteja impecável e prestando qualquer tipo de favor.

Neste contexto, essas figuras de protetor e auxiliar, ganham postos mais importantes ao decorrer do tempo e se transformam em padrinho e madrinha. Mas, desde esta época, o vestido de madrinha já poderia ser considerado especial, já que, por se tratar de uma ocasião especial e também uma festa, as companhias (o cavaleiro e a dama) já contavam com trajes voltados para a ocasião, com a armadura ou vestimenta de um cavaleiro especialmente preparado para proteger um casal e a dama usando vestes que a diferia dos convidados, mas que também não se destacava ao ponto de concorrer com a noiva; sendo esta considerada uma possível origem do vestido de madrinha.

O vestido de madrinha e as cores

Outros povos também desenvolveram costumes que se assemelhavam aos citados acima, mas que trazem características interessantes, que foram herdadas e as utilizamos até hoje. A tradição do vestido de madrinha ser escolhido pela noiva e, com várias madrinhas, todos da mesma cor, vem da Roma antiga.

Na ocasião, a tentativa de roubo de noivas por aqueles que eram rejeitados no casamento ainda era algo comum. E a tentativa de manter o casamento como uma cerimônia sem lutas e perigos para o noivo, a solução era voltada para a atenção da noiva.

Como os rejeitados poderiam tentar raptar a noiva, várias outras mulheres acabavam por ser escolhidas para se vestirem igual à noiva para então confundir os possíveis raptores. Nesta época, não apenas as cores, mas até o próprio vestido de madrinha poderia ser o mesmo que o vestido da noiva.

Outros significados remontam que as cores iguais dos vestidos dessas mulheres, e também da noiva, se dava pela necessidade de afugentar agouros e até mesmo presenças espirituais ruins. Mas, com o avanço do tempo, os vestidos de madrinha se diferenciaram da noiva, deixando para ela o destaque principal na cerimônia, porém, herdando ainda a tradição de manter os vestidos de madrinha com as mesmas cores.

Sugestões Dolps de vestidos de madrinha

 Vestido Bordado Ste: Lindo vestido verde em tom médio que destaca todo os tons de pele, além disso, expressa muita beleza e elegância. O toque final é o bordado de pedrarias na primeira parte do vestido. As costas abertas são um charme à parte com sensualidade na medida certa.

Vestido Sereia Malika: Com decote profundo, este vestido é um verdadeiro arraso para as madrinhas que desejam realçar a beleza e a sensualidade. A parte das costas também tem abertura bonita e ousada. A modelagem reta valoriza diferentes biotipos. Já a estampa floral expressa bom gosto e romantismo.

Vestido Floral Posh: Opção de vestido para madrinha basante versátil. O visual tem características muito criativas e bem detalhadas por conta da cor verde escura vibrante com estampa floral. É um modelo que combina com cerimônias do dia e da noite.

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Vestido Bordado Ste

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Vestido Sereia Malika

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Vestido Floral Posh

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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